sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Baby
Me deu vontade de postar de novo. Não, na verdade, você me deixou com vontade de postar de novo. Eu tenho tantas coisas pra dizer, tantas coisas pra colocar pra fora...Não que eu vá fazer isso agora, mas enfim...É incrivel como você faz isso, é incrivel como você consegue me prender, me manter junto a ti o tempo todo, mesmo que eu não esteje realmente junta a ti. É incrivel como você faz eu me sentir só de olhar pra mim, sorrir pra mim. Eu não tô nem aí quando dizem que eu sou muito nova, que eu não sei o que o amor e etc. Se isso não é amor, é o que? Paixonite não é, é muito maior e mais forte que isso. É como se você fosse a minha vida, a vida pela qual eu vou esperar o tempo que for, a vida pela qual eu vou sofrer, não importa a intensidade. A vida pela qual eu daria a minha vida. Olha, não importa o quanto vai demorar pra eu ficar junto de ti. Não importa o quato vai vai demorar pra eu tocar em ti. Nada disso importa mais, não depois de todo esse tempo, não depois de todo esse amor. Você é a vida que eu quero seguir, e se não der certo depois de tanto lutar, você vai continuar sendo, porque nada, nada vai substituir isso. É tudo muito incrivel. Eu vou viver a minha vida, mas sempre pensando em você, minha vida. Sempre desejando que todos esses momentos que vivi fossem ao teu lado. Eu vou viver, pra um dia, poder viver você.
Coax me out, my love
Quando eu olho pro nada e fico ouvindo, é como se eu visse um filme passar pela minha cabeça, um filme do meu futuro. Seilá! É um filme da minha vida no futuro. Um filme britânico, onde tudo vai dar certo, onde tudo o que eu sonho agora se realizou. Mas têm vários ângulos, várias histórias, várias realizações. Todas são tão tentadoras, que se eu pudesse, teria mais vidas só pra poder viver todas essas vidas. Não consigo ver pessoa mais feliz que eu. Mais realizada que eu. Mas são só sonhos, sonhos que eu me sinto incapaz de realizar, mas aí são outros quinhentos. Me faz ver todos os detalhes, onde eu vou estar, com quem eu vou estar, como eu vou agir, como eu vou ser. Olha só, me deu até vontade de escrever uma história, ou um conto sobre isso, mas ah, vou escrever duas linhas e depois parar. É como se eu pudesse controlar tudo, é como se já fosse certo aquilo, porque eu não imagino, eu vejo, há uma grande diferença entre essas coisas. É como se fosse certo aquilo. Mas cada decisão que eu tomo agora, cada ideia que eu mudo, muda lá também, então não é tão certo assim. Não, é sim, mas de acordo com o que eu faço agora. Ou será que são só as músicas? Que dão muita inspiração pro meu subconsciente criar uma coisa tão bela? Vai saber. Só sei que eu tô adorando isso, e muito!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Brainstorm
É muito difícil descrever tal sensação. Quando eu ouço a sua voz nas músicas, eu consigo lembrar de cada momento, cada palavra, cada expressão. Mas ainda não é o suficiente pra descrever como eu me senti. E será que algum dia eu vou saber? Tanto faz. Eu senti, sei que senti. É uma sensação tão, mas tão maravilhosa, quero de volta, quero a toda hora. É só eu, as luzes, a música...Não havia mais ninguém ali, só eu. Só eu e meu trapézio, dançando sozinhos ao som daquele rock. E eu ria, ria como se não houvesse o amanhã, como se eu tivesse nascido naquele momento, pra viver somente aquele momento. Pulava, dançava, gritava, sorria. Mais e mais e mais e mais. Queria poder ter guardado aquele momento numa garrafa, pra num dia ruim, liberar, sentir aquilo novamente, sentir aquela felicidade. Eu quero aquele momento de novo. Quero nascer de novo, pra viver de novo aquele momento.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Será que eu já posso enlouquecer ou devo apenas sorrir?
"Medo, escorre entre os meus dedos, entre os meus dedos, eu lambo os dedos e saboreio meu próprio medo."
Medo...Será mesmo? Talvez eu só precise de mais uma noite de sono, mas o meu corpo se recusa. Eu sinto que devo colocar isso pra fora, mas eu não sei o que é, e talvez seja por isso que eu esteje com medo. É como eu li em algum lugar, o homem só tem medo do desconhecido...Mas será que é isso mesmo que eu sinto pelo desconhecido? Na verdade, eu não sei o que eu sinto, se soubesse, já estaria bem melhor. Não que eu esteje mal...ou será que sim? Todo dia é muito diferente, todo dia é uma sensação diferente. Queria saber como evitar, queria prever como vou me sentir no fim do dia. E até agora eu não se isso me faz bem ou se isso me faz mal. É como se eu quisesse me livrar disso mas ao mesmo tempo, é como se eu não pudesse viver sem isso. Como seu eu soubesse o que é isso...Eu deveria saber, porque eu causei isso, eu deixei isso acontecer e quando eu tive a chance de me livrar disso, eu relaxei, deixei pra lá. E agora eu já não consigo lembrar de tal sensação, e agora, eu sinto que já perdi o fio da meada. Já não sei mais o que estou escrevendo, muito menos o que estou sentindo. Um dia eu vou entender, mas acho que já vai ser tarde demais, porque isso já vai ter me consumido de uma maneira, e eu não vou perceber, ou talvez eu não queira perceber. Ou talvez seje apenas atitudes que eu não concordo, frases mal elaboradas, ou talvez bem elaboradas. Ou será algum tipo de vicio interno? Defina vício interno...Não, hoje não.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Sex on fire.
Como é difícil descrever tal sensação...Ou talvez, me faltem só palavras, porque de certo, qualquer pessoa que sentisse aquilo que eu senti naquela noite, jamais teria palavras pra descrever. Mesmo com tudo isso, eu pude te sentir aqui, eu pude sentir os seus cabelos entre os meus dedos, é como se o tempo tivesse parado naquele instante, como se o mundo todo tivesse parado. Podia acontecer qualquer coisa naquele momento que eu não ía perceber, porque nada mais me interessava além de você, nem mesmo a minha respiração. Era difícil parar de sorrir quando eu percebia a nossa respiração em sintonia. O sorriso tomou conta de mim por horas, assim como você toma contade de mim o tempo todo, não sai de mim, não sai de dentro de mim. Sabe, eu nunca quis que aquele momento acabasse, e se acabasse, era pra eu sair daqui e ir te encontrar e ficar com você até quando não desse mais. O seu sorriso, promove a maior sensação de paz que eu já tive em toda a minha vida e cada vez que eu te vejo, eu sinto um frio na barriga, borboletas no estômago seilá. E toda a noite, eu vou dormir, desejando mais que tudo, que você estivesse ali do meu lado, desejando que os dias passem mais rápidos, pra que você esteje logo em meus braços.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
2328
É como se uma constante "November Rain" caísse sob a minha cabeça. É como se de uma hora pra outra chovesse, aquela chuvinha chata que deixa um monte de pingos no seu óculos, te impedindo de enxergar. É como uma chuva de verão, que vem sem avisar, só pra refrescar. E aí aparece você, tão brilhante quanto o sol, iluminando toda a minha visão, tanto, que até enxergo o arco-íris em cada gotinha que está no óculos. É como se tudo estivesse claro agora, mesmo no meio de tantas músicas tristes. E esse solo de "Don't Cry" me faz lembrar de como eu queria que você estivesse aqui comigo, de como eu queria te abraçar e falar o quando eu gosto daquela ilha que parece um Jacaré. Mas agora você está tão longe e com medo, que a única coisa que eu posso fazer, é te confortar com as minhas palavras. Mas você está aqui também, mas está dentro de mim, assim como eu estou dentro de você, e até quando você não quiser, eu vou estar, porque aconteça o que acontecer, eu nunca vou deixar você ir, nunca vou te abandonar. Quando eu fecho os olhos, e sinto a brisa é como se você me tocasse. Quando eu ouço o som das ondas, é como se você estivesse aqui, falando comigo. E agora, eu vou voltar pra casa e deixar tudo aqui...Meus pensamentos, minhas lágrimas, o frio, a preocupação, o medo, a dor...Tudo isso, a brisa vai levar pra bem longe. Posso deixar tudo isso aqui pra brisa levar, mas a única coisa que ela não vai levar, é o meu Amor...Porque quem vai leva-lo, sou eu! Vou leva-lo até você. Pode demorar o tempo que for, ele vai estar intacto dentro de mim, só esperando dia em que eu vou te encontrar ♥
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Loving Strangers...
Loving strangers, loving strangers,
loving strangers, oh…
I’ve got a hole in my pocket
where all the money has gone
and I’ve got a whole lot of work
to do with your heart
cause it’s so busy, mine’s not
Loving strangers, loving strangers,
loving strangers, oh…
It’s just the start of the winter
and I’m all alone
and I’ve got my eye right on you
give me a coin and I'll take you to the moon
give me a beer and I’ll kiss you so foolishly,
like you do when you lie, when you’re not in my thoughts,
like you do when you lie and I know it’s not my imagination
Loving strangers, loving strangers,
loving strangers, oh…
( http://letras.terra.com.br/russian-red/1751597/traducao.html )
Anjo...
"Tenho cuidado de você
Todo esse tempo
Você está sob o meu abraço
E minha proteção.
Tenho visto você errar e crescer
Amar e voar
Você sabe onde pousar...
Ao acordar, já terei partido
Ficarei longe, escondido
Mas sempre perto, decerto.
Como se eu fosse humano, vivo
Vivendo pra te cuidar, te proteger
Sem você me ver.
Sem saber quem sou.
Se sou anjo
Ou se sou
Seu amor..."
Você está sob o meu abraço
E minha proteção.
Tenho visto você errar e crescer
Amar e voar
Você sabe onde pousar...
Ao acordar, já terei partido
Ficarei longe, escondido
Mas sempre perto, decerto.
Como se eu fosse humano, vivo
Vivendo pra te cuidar, te proteger
Sem você me ver.
Sem saber quem sou.
Se sou anjo
Ou se sou
Seu amor..."
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
E Johnny disse:
"- Eu vou prá curva do Diabo em Sobradinho e vocês ?"
E os motores sairam ligados a mil prá estrada da morte o maior pega que existiu. Só deu para ouvir, foi aquela explosão e os pedaços do Opala azul de Johnny pelo chão. No dia seguinte, falou o diretor: "- O aluno João Roberto não está mais entre nós. Ele só tinha dezesseis. Que isso sirva de aviso prá vocês".
E na saída da aula, foi estranho e bonito, todo o mundo cantando baixinho: Strawberry Fields Forever, Strawberry Fields Forever.
E até hoje, quem se lembra diz que: "Não foi o caminhão", nem a curva fatal e nem a explosão. Johnny era fera demais prá vacilar assim e o que dizem é que foi tudo por causa de um coração partido, um coração.
E os motores sairam ligados a mil prá estrada da morte o maior pega que existiu. Só deu para ouvir, foi aquela explosão e os pedaços do Opala azul de Johnny pelo chão. No dia seguinte, falou o diretor: "- O aluno João Roberto não está mais entre nós. Ele só tinha dezesseis. Que isso sirva de aviso prá vocês".
E na saída da aula, foi estranho e bonito, todo o mundo cantando baixinho: Strawberry Fields Forever, Strawberry Fields Forever.
E até hoje, quem se lembra diz que: "Não foi o caminhão", nem a curva fatal e nem a explosão. Johnny era fera demais prá vacilar assim e o que dizem é que foi tudo por causa de um coração partido, um coração.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
I try to be like Grace Kelly, but all her looks were too sad...
"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez' " (Caio Fernando Abreu)
domingo, 24 de outubro de 2010
Ah, o mundo irreal...
Nunca me perguntei se eu tinha medo, talvez porque eu nunca tive medo. Mas porque eu deveria ter?
Agora, me fiz essa pergunta: "Do que eu tenho medo?" E por mais que eu pense, eu não tenho medo, nem um possível medo. Eu nunca senti medo, e talvez por isso eu tenha me dado tão mal, porque as vezes, o medo é o que nos faz recuar, e lá no final, nós percebemos o quando ía ser ruim se tivessemos ido adiante. Mas pode ser ao contrário. Mas o que é mais fácil de acontecer? Acho que não preciso nem responder... E o que eu quero? O que eu quero da minha vida? O que eu sempre quis? Qual é o meu sonho? Sonho, ah, sonhos... Não digo aquele sonho do que vamos ser quando crescer, falo sobre outros sonhos, os mesmos sonhos que me prenderm num mundo irreal, o mesmo sonho que me confunde a cada dia, que não me deixa viver somente no mundo real. É nesse mundo que eu deveria pensar antes de dormir, é nesse mundo onde eu deveria passar a maior parte do meu tempo. Onde esses sonhos irreais vão me levar? Se é que eles vão me levar a algum lugar. Se me levarem, vai ser pra algum lugar onde eu não conheça, talvez o meu subconsciente. E até agora, eu não sei realmente o que eu quero, logo eu, uma pessoa tão decidida. Poisé, esse mundo irreal acaba comigo. Um mundo que eu criei há um tempo atrás, onde é tudo tão perfeito, que fica difícil de sair de lá. E as vezes eu acho que eu não quero sair de lá. Besteira. Já está mais do que na hora de sair de lá, mas é tão tentador, tão tentador, que a única saída que eu encontrei, foi sentar lá em baixo daquela árvore grande, e esperar alguém. Alguém que me tire desse mundo perfeito, que me mostre o quanto a perfeição do mundo irreal é chata. Se bem que eu já sei que é, mas preciso de uma coisa, hmmm, mais concreta(?) rs. Porque na verdade, nunca conseguimos sair desse mundo que criamos sozinhos, sempre precisamos de alguém, sempre. Nada nessa vida se faz sozinho. Porque o único que pode fazer isso é o amor. O amor que vem de outra pessoa, aquela que vai te tirar desse mundo chato e perfeito. Ser perfeccionista é chato, porque como o mundo é irreal, ele vai ser perfeito demais. E eu não quero isso. Opa, parece que já sei o que eu quero....
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
O medo do amor.
"Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê. O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo. ” (Martha Medeiros)
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Estamos predestinados a perder quem amamos.
"Olhe, não fique assim não vai passar. Eu sei que dói, é horrível. Eu sei que parece que você não vai aguentar, mas aguenta. Sei que parece que vai explodir, mas não explode. Sei que dá vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo porque dentro da gente, nesse momento, não é um bom lugar para se estar. Dor é assim mesmo: arde, depois passa. Aliás, a vida é assim: arde, depois passa. A gente acha que não vai aguentar, mas aguenta as dores da vida. Pense assim: agora está insuportável, agora você queria abrir o zíper, sair do corpo, encarnar numa samambaia, virar um paralelepípedo ou qualquer coisa inanimada, anestesiada, silenciosa. Mas agora já passou, agora já são dez segundos depois da frase passada. Sua dor já é dez segundos menor do que há duas linhas atrás. Você acha que não porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia. Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista, dá um pulo no mar e quando vai ver o barco já está lá longe. A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga, essa sensação de que pegaram sua traquéia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada, isso tudo - é difícil de acreditar, eu sei - vai virar só uma memória, um pequeno ponto negro diluído num imenso mar de memórias. Levante-se daí, vá tomar um picolé, ler uma revista, dar um pulo no mar. Quando você for ver, passou. Agora não dá mesmo para ser feliz. É impossível. Mas quem disse que a gente deve ser feliz sempre? Isso é bobagem. Como cantou Vinícius: "É melhor viver do que ser feliz". Porque para viver de verdade a gente tem que quebrar a cara. Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu. Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível, que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado para trás, cai. Dói, eu sei como dói. Mas passa. Está vendo a felicidade ali na frente? Não, você não está vendo, porque tem uma montanha de dor na frente. Continue andando. Você vai subir, vai sentir frio lá em cima, cansaço. Vai querer desistir, mas não vai desistir, porque você é forte e porque depois do topo a montanha começa a diminuir e o único jeito de deixá-la para trás é continuar andando. Você vai ser feliz. Está vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto agulha? Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que estou falando a verdade. Eu não minto. Vai passar. " (Antônio Prata)
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Maybe, I need someone.
Todo mundo procura algo na vida, em outra pessoa. Algo que a complete, que a faça bem. Também procuro isso, mas é o de menos. O que eu procuro mesmo é fazer uma troca. Mas uma troca mesmo. Mas uma troca sem que você perceba, uma troca pura, uma troca sem ter que implorar. Quero trocar amor, pelo amor. Porque eu tenho tanto amor dentro de mim, preciso dar ele pra alguém. Mas também quero receber amor em troca. Já estou cansda de trocar amor pela dor. Se for assim, não quero fazer troca nenhuma, dói demais.
Então, vamos fazer uma troca?
sábado, 2 de outubro de 2010
Pessoas.
As pessoas me assustam. Ainda mais quando acabo de conhece-las. Elas são tão sorridenes, estão tão dispostas a nos conquistar. Contam piadinha, dão risadinhas de tu que falamaos. Algumas, são tão fofas. Tenho medo. Ninguém sabe quando é real ou não. Tenho medo porque não sei quem são. Tenho medo do efeito que elas podem causar em mim. Não sei o quanto posso confiar nelas. Não sei até que ponto esse sorriso é verdadeiro. Isso machuca. Pessoas desconhecidas podem nos machucar. Prefiro as que eu já conheço. Pois as conheço muito bem.
"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." (Clarisse Lispector)
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
"Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade."
Estou muito orgulha de mim mesma. Consegui ouvir o cd todo da Fresno várias vezes. O passado sempre vem á mente, mas dessa vez foi diferente. Foi simplismente uma lembrança que veio rapidamente, mas se foi ao se deparar com o meu sorriso.
Agora só me preocupo com o futuro, sem sequer olhar pra trás. Só penso no quanto eu sou feliz sem ninguém. No quanto eu quero ir pra minha praia preferida, e ficar procurando por estrelas-do-mar até cansar. Ficar sentada debaixo daquela palmeira, olhando pro mar, até ficar com dor nos músculos do rosto de tanto sorrir. Correr pela areia, abrindo os braços, só pra sentir aquela brisa gostosa. Sem ningém. Amores são tão passageiros na minha vida, assim como uma tempestade de verão.
Eu tenho tanto pra viver, não me leve a mal se eu quero voltar, mas o mundo real ainda é o meu lugar. Ou talvez eu fique lá, dançando na areia até a luz do sol se apagar.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
"A amizade é um amor que nunca morre."
Estamos aqui, afastadas, em todos os sentidos, mas a amizade que existe entre nós continua intacta...
"Tantos momentos que passamos juntas, tantas coisas que fizemos juntas, tantos planos quando éramos crianças...Coisas que eu jamais vou esquecer. Lembra quando eu disse que ía ser pra sempre? Então...vai ser pra sempre! Lembra quando eu disse que nunca vou te abandonar e que vou sempre estar ao seu lado? Então...eu sempre vou estar! Porque eu quero o seu bem mais que tudo, que ver você feliz, quero ver sempre o seu sorriso e ouvir a sua risada, quero ver você sempre do jeitinho que você sempre foi. Você é uma das pessoas mais importantes na minha vida, e eu sou capaz de fazer tudo por você. Porque você é o meu porto seguro, porque ue preciso de você sorrindo, porque poxa, eu que sempre sou a que tá ruim ): E você, sempre me animando, com esse seu sorriso *-* Mas moranga, rs, você sabe que sempre vou estar ao seu lado, haja o que houver! Vou fazer o possivel e o impossivel pra te ver sorrindo como sempre. Porque eu te amo demais, e não sei viver sem o seu sorriso."
...afinal, a amizade, é um amor que nunca morre.
domingo, 12 de setembro de 2010
Nothing.
"Eu não falo de dor. Eu falo da estranha sensação que é não sentir nada."
Acho hoje um bom dia pra falar dessa frase que está em meu msn há alguns dias. Hoje é um dia raro, por incrível que pareça. Estou com raiva de tudo, de todos, qualquer coisinha me deixa com raiva e um palavrão foge da minha boca a toda hora. É nesses dias raros, que eu mais sinto (ou não, rs) o que diz ali naquela frase que combina tanto comigo.
"Eu não sinto. Não há o que sentir. Não há nada e nem ninguém que me faça sentir. Sentir...O que é sentir? O que eu deveria sentir? Talvez eu queira sentir. Sentir o que? Amor? O que é o amor? Pra que serve o amor? Pra que sentir amor? Talvez eu queira sentir o amor de novo. Tantas decepções, tantas coisas...Coisas...quem coisas boas levo do amor? Porque sempre o amor está no meio de tudo? Talvez eu sinta falta. Mas pensando bem...Eu não quero sentir, não quero sentir o amor de novo, não sinto falta do amor. Porque eu não gosto de sofrer, não gosto de me decepcionar, não gosto....do amor. Porque há muito tempo meu coração parou. Eu não sinto nada. O que agora, já não é mais uma sensação estranha."
"Eu não sinto. Não há o que sentir. Não há nada e nem ninguém que me faça sentir. Sentir...O que é sentir? O que eu deveria sentir? Talvez eu queira sentir. Sentir o que? Amor? O que é o amor? Pra que serve o amor? Pra que sentir amor? Talvez eu queira sentir o amor de novo. Tantas decepções, tantas coisas...Coisas...quem coisas boas levo do amor? Porque sempre o amor está no meio de tudo? Talvez eu sinta falta. Mas pensando bem...Eu não quero sentir, não quero sentir o amor de novo, não sinto falta do amor. Porque eu não gosto de sofrer, não gosto de me decepcionar, não gosto....do amor. Porque há muito tempo meu coração parou. Eu não sinto nada. O que agora, já não é mais uma sensação estranha."
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
“A tua ausência será suprida pela lembrança de tua presença.”
Hoje ao entrar no formspring, me deparei com uma "pergunta" que dizia o seguinte: "uma lembrança boa de alguém que já morreu...". O que eu respondi, foi o que me deixou com vontade fazer um blog, descobri que é um meio mais fácil de escrever tudo o que eu sinto.
"Tardes sentados á mesa. Ele lia jornal enquanto eu fingia fazer o trabalho de casa. Eu só podia ouvir a sua respiração, junto ao canto dos pássaros. O desespero que me dava quando ele perguntava se eu já havia terminado, nos fazia rir. Ah, seu sorriso. Eu só queria que aquilo durasse pra sempre. Quanta saudade eu sinto desse sorriso. Quanta saudade eu sinto de roubar o bife do seu prato. Quanta saudade eu sinto das tardes que passamos juntos. Era tão bom sair da aula de ballet e ver você lá, me olhando com um sorriso orgulhoso no rosto. Queria eternizar cada sorriso seu. Cada momento que passamos junto. Meu único e verdadeiro amor. Já se passou tanto tempo, e eu não me acostumei com a sua ausência. E acho que nunca vou me acostumar. Todos os dias antes de dormir, o meu desejo é que você esteje aqui. Mas eu sei que você está, pode não ser fisicamente, mas está. E não importa o que aconteça, você sempre estará vivo em minha memória, até eu parar de respirar. Eu amo você mais que a mim mesma."
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